terça-feira, fevereiro 13, 2018

ANTI METÁFORA (S)


Que expludam metáforas
E o Céu desabe!

Da poeira
Surgirá uma estrela…

E – talvez! –
Um poema.

Manuel Veiga

12 comentários:

Fá menor disse...

E chovam poemas!
:)

Bjs

Tais Luso disse...

rsrsrs, adorei essa! Li e explodi em sorrisos. Perfeito.
Na verdade fiquei pensando nas 'metáforas'; gosto, emprestam uma certa elegância ao poema, mas na medida certa!
Beijo, Manuel, uma ótima semana.

Larissa Santos disse...

Muito bom!!

Hoje:- "Clausuro-me... por fidelidade."
.
Bjos
Votos de um feliz dia de Carnaval.

Graça Sampaio disse...

Muito lindo!!!

Curto, leve e cheio! Muito lindo.

Lúcia Soares disse...

Oi amigo tudo belo bjs

Ailime disse...

Magnífico poema!
Um beijinho.
Ailime

Odete Ferreira disse...

E surgiu mesmo um poema! Explosivo, acrescento :)

E com a propriedade que o poeta concede à(s) metáfora(s)!
Bjinho

Olinda Melo disse...

E nesse poema, uma estrela a iluminar a noite dos recursos estilísticos.
E, assim, chamar as coisas pelos seus nomes, talvez sem rodeios, sem eufemismos, talvez. Seria possível?

Abraço

Olinda

manuela barroso disse...

E não que choveu mesmo?
Ah, mas da poeira não choverão só poemas, não...também estrelas como os poetas!
Belo!
Beijinho, Manuel

Teresa Almeida disse...

É da antítese que a faísca se escapa.
Um poema-estrela.

Fantástico, meu amigo Manuel!
Beijo.

Suzete Brainer disse...

Este poema foi por um percurso construído com
uma inteligência rara, levando a desconstrução
do paradigma do valor, algumas vezes excessivo
do recurso (belo) da metáfora na arte da Poesia...
Acredito que não existe outro signo linguístico,
a palavra céu, no simbolismo mais significativo
do infinito que poderá surgir "um poema"...
Parabéns, Manuel.
Bjos, meu amigo.

Agostinho disse...

Da sustentável leveza se fez estrela.
Acho perfeito, MV.
Vou recuando...