terça-feira, junho 05, 2012

... No dia dos teus (cinco) anos



 Sobe a árvore, sobe,
António

Que a vida não tarda...

Por agora
Os fios do baloiço
De que sou vértice – assim espero! –
Na vertigem de teu voo...

Em breve
O tropel do Mundo
E o“velo de oiro” em cada rosto
E o perfume da partilha em cada gesto...

Sobe a árvore, sobe
António!

E come chocolates, menino,
Que a vida passa:
 - “Olha que não há mais metafísica no mundo
senão chocolates”...

Assim te anuncio pela voz do Poeta...

clica aqui: Menino do Bairro Negro


16 comentários:

folha seca disse...

Caro Heretico
Presumo que alguem que lhe é muito querido faz hoje 5 anos. Só assim podia ser para lhe dedicar uma das mais belas canções do Zeca e um lindo poema que presumo ser da sua autoria.
Associo-me
Grande abraço
Rodrigo

hfm disse...

Parabéns por esses 5 anos de gente!

joão l.henrique disse...

Parabéns sem saber a quem...
É certamente gente boa.

Um abraço.

Maria disse...

Parabéns ao António. Um beijo grande para ele.
E outro para ti, avô 'vértice' babado :)))

Maria disse...

Parabéns ao António. Um beijo grande para ele.
E outro para ti, avô 'vértice' babado :)))

lino disse...

Parabéns para o António e um forte abraço para o avô!

Jorge Castro (OrCa) disse...

Há-de ser bela a navegação pelas mãos de tal timoneiro...

Parabéns a vocês, com abraços!

JC

VÉU DE MAYA disse...

Que lindo menino...E o teu carinho...e a canção tão sublime do Zeca Afonso. Abraço,

Véu de Maya

Mar Arável disse...

Um forte abraço

à familia

jrd disse...

Uma carícia ao António que baloiça entre ti e a árvore do futuro.

Um abraço

© Piedade Araújo Sol disse...

um beijo ao António e ao avô babado.

bom feriado!

beij

Rogério Pereira disse...

Vergonha seria chegar tarde e não saudar...

Um beijo ao miúdo
e um abraço ao avô

Parabéns ao António e à família

jawaa disse...

Que venham mais cinco e outros cinco e os mais que houver, que sejam muitos para cantarem juntos as canções do Zeca.
Ensina-lhe por agora a mais bonita:
«olha o sol que vai nascendo
anda ver o mar...»

Um abraço onde caibam os dois.

jawaa disse...

Desculpa, embevecida com a ternura de avô, esqueci-me de dizer que o poema é de uma beleza tocante.
Lindo, lindo!
(Não são todos os António(s)que têm o privilégio de um avô como tu.
Um beijo

Luiz Alfredo disse...

Este poema de uma canção
amolada
rasgou meu coração atormentado
de pobre poeta
tocou nas cordas desgastadas
do meu violão
agradecimentos poéticos
por tornar minha noite mais bela
ainda.

Luiz Alfredo - poeta

M. disse...

Gosto muito.
Parabéns!
Abraço