que a terra te seja leve, ó Saraiva!...
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UM DIA INVENTAREI UM RIO
Um dia irei inventar um rio E derramar pétalas na boca de todos os amantes. E então todas as margens serão Registo de meus passos ...
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Escrevo poemas imaginários (que jamais serão escritos) e te envio numa gota de chuva neste inverno de melancolia sei que vais ...
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Nada. Nem um suspiro. Nem um bulício. Apenas o leve adejar do Sonho. A espraiar-se em azul-turquesa. E aquela ilha!... Ao longe....
3 comentários:
relembro esses tempos...
É preciso não deixar branquear os criminosos!
Abraço
Encardido para todo sempre, o Saraiva marcou de negro esta página.
Abraço
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