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UM DIA INVENTAREI UM RIO
Um dia irei inventar um rio E derramar pétalas na boca de todos os amantes. E então todas as margens serão Registo de meus passos ...
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Escrevo poemas imaginários (que jamais serão escritos) e te envio numa gota de chuva neste inverno de melancolia sei que vais ...
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Nada. Nem um suspiro. Nem um bulício. Apenas o leve adejar do Sonho. A espraiar-se em azul-turquesa. E aquela ilha!... Ao longe....
3 comentários:
Bela partilha.
Abraço
Das seis cantigas de Martin Codax, 'res-guardadas' no Cancioneiro da Vaticana e que seguem uma linha estrutural narrativa, esta é a 3ª e talvez das menos conhecidas.
Uma boa escolha, perfeita ( paralelisticamente falando) :)
Beijo
Laura
Passei pelas "lantejoulas sociais", pelos babilónios que nem um dedinho levantam, a não ser para a rotina do barro, e não resisti a deixar aqui mesmo o meu abraço desta noite. Esta trova é tão, tão bonita... :)
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