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UM DIA INVENTAREI UM RIO
Um dia irei inventar um rio E derramar pétalas na boca de todos os amantes. E então todas as margens serão Registo de meus passos ...
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Escrevo poemas imaginários (que jamais serão escritos) e te envio numa gota de chuva neste inverno de melancolia sei que vais ...
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Nada. Nem um suspiro. Nem um bulício. Apenas o leve adejar do Sonho. A espraiar-se em azul-turquesa. E aquela ilha!... Ao longe....
5 comentários:
Ainda pensei em colocar esta, mas acabei por escolher Menino do Bairro Negro( deformação profissional, rrs)
Bons sonhos
Há uma coisa que me penalizo, não ter escrito no meu livro
Não ter falado desta canção... acho que o tenho que reescrever
amigo canto e morte
maior que o pensamento
abril não morre
por mais que novos ventos se levantem
de rumo a falsas índias
levando incautos marinheiros deste cais
abril traz sempre voz
virão mais cinco e mais
cantando sim ao dizer não
virão como tu outros iguais
fazer de Maio cantiga
fazer de Abril canção
amigo canto e sempre
até
Pata Negra,
grato pelo comentário em forma tão solidária. e num poema tão significativo...
grato.
abraço
Amigo,
É claro que vou pela tua estrada e havemos de lá chegar...um dia.
Abraço
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