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UM DIA INVENTAREI UM RIO
Um dia irei inventar um rio E derramar pétalas na boca de todos os amantes. E então todas as margens serão Registo de meus passos ...
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Escrevo poemas imaginários (que jamais serão escritos) e te envio numa gota de chuva neste inverno de melancolia sei que vais ...
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Nada. Nem um suspiro. Nem um bulício. Apenas o leve adejar do Sonho. A espraiar-se em azul-turquesa. E aquela ilha!... Ao longe....
4 comentários:
Ainda, um dia, compreenderei os poetas...
Mas para os amar, nem tenho que esperar
Ouvi-la assim no "Botequim".
Grande poeta.
Abraço
Grande Natália!
Bons sonhos
Conheci pessoalmente Natália.
Bons serões passei. Era um peito pátria, mater, mulher, ríspida, poema.Era a Natália na sua transparência.
Beijo
Laura
( e com uns copitos a mais, mais Natália era).
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