segunda-feira, junho 13, 2016

Cores Sobre o Balcão dos Dias


 Alquímicas cores debruçadas sobre
O balcão dos dias.

Nesta ternura de sol poente
Perfeitas são as horas. Murmúrio dos lábios. Apenas.
Calando o tempo.

E o arfar descuidado do poema
Sobre o peito. Como ave migrando.
Contrafeita...

Manuel Veiga





BREVE AUSÊNCIA! ATÉ JÁ ...

Beijos e Abraços!...



10 comentários:

Suzete Brainer disse...

O título belíssimo, as cores em luz sobre
a janela das horas dos dias...

Um bordado das horas na ternura dos gestos
e do silêncio repleto de luminosidade (o sol poente).

O poema como coração e voo em palavras que segue
na distância do lar (ave migratória)!...

Poema sublime e encantador,acompanhado da
música tão bela e a cantora com a
voz e dicção perfeita.

Grata pela partilha, Poeta Amigo!
beijo.

Luis lourenço disse...

Vim ler o poema, escutar o video e deixar-te um abraço.

Majo Dutra disse...

~~~
Gostei de mais destes momentos matizados
e da leveza graciosa, acompanhados duma
frescura musical...
Bom gosto poético.
Até já, Manuel.
Beijo
~~~

luisa disse...

"Como ave migrando", irá o poeta de férias?
Se sim, bom descanso, com todas as cores dos dias. :)

Fê blue bird disse...

O poeta desfruta a cor dos dias e o poema acontece .
Um belo momento tendo como fundo a voz cristalina de Teresa Silva Carvalho.

Até já!
beijinho

Mar Arável disse...

Bom regresso

Abraço sempre

Agostinho disse...

Ao sol poente
quando se deita
o poema sobre o peito
anuncia a ave que o atravessa
num até já.
Até lá!

O Puma disse...

Por cá o país vibra
já tem um ponto

Abraço

Jaime Portela disse...

Dias cinzentos são dispensáveis. Por isso, vivam as cores...
E viva o teu poema, que é magnífico.
Caro amigo Veiga, tem um bom fim de semana.
Abraço.

José Carlos Sant Anna disse...

E do outro lado o súbito das coisas "como ave migrando" desvendando outras chamas.
A poesia pede passagem "aprisionando tempo"...
Abraços, meu caro Manuel.