sábado, agosto 18, 2007
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TODOS OS RIOS SÃO A MESMA SEDE
São os deuses traiçoeiros em seu delírio E as pátrias decidem as bandeiras Como destino dos homens. Em cada dor, porém, uma tempestade ...
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Magnânimo o freixo e sua sombra E os braços erguidos, em oração muda. Magnânima a margem das ribeiras E as cascatas no silêncio das montanha...
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1. Enamoramento das palavras No interior do poema. E a subversão Do Mundo… 2. Cadências mudas. Em formação De concordâncias....
1 comentário:
Muito bom.....
Anda Jazz neste fim de semana pela net....
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