Gota a gota
O calcário da água...
Estalactites de dor
Fendendo o silêncio
E o outro lado
Da sombra...
Sublimação de catedrais
Moldando
As ruínas do rosto
E o compasso
Das horas...
Hino da pedra
Sob o corpo da palavra
Celebrada...
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Um Dia Irei Inventar Um Rio
Um dia irei inventar um rio E derramar pétalas na boca de todos os amantes. E então todas as margens serão Registo de meus passos ...
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Magnânimo o freixo e sua sombra E os braços erguidos, em oração muda. Magnânima a margem das ribeiras E as cascatas no silêncio das montanha...
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Nada. Nem um suspiro. Nem um bulício. Apenas o leve adejar do Sonho. A espraiar-se em azul-turquesa. E aquela ilha!... Ao longe....
13 comentários:
hum... poesia... é sempre muito complicada para mim
Gota a gota
celebrada
Belo poeta amigo
Abraço forte
Quando a luz das palavras invade a sombra.
Gosto muito.
Claro que gostei!
:)))
a água, a pedra, a dor.
o poema liquido.
ferido.
duro.
um abraço!
E eu tb vinha aqui. Agora vou por o link lá no meu itineráriopara voltar sempre.
Um beijo desse meu lado do mar.
HERÉTICO
"o silêncio uma catedral
Um templo em mim ..."
A sublimação a moldar o rosto no
compasso das horas gota a gota
lindo
Um poema como um eco.
Abraço
... sempre sublime o teu poetar!
Beijo,
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...bonito! Muito bonito o seu poema!
É sempre bom vir na sua página...
Beijos de luz e o meu carinho!!!
Zélia
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Re-ligioso no seu sentido primeiro. A poética das horas.
Um beijo.
Penso que todos nós somos desbravadores de sombras...
Abraço
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