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Um Dia Irei Inventar Um Rio
Um dia irei inventar um rio E derramar pétalas na boca de todos os amantes. E então todas as margens serão Registo de meus passos ...
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Magnânimo o freixo e sua sombra E os braços erguidos, em oração muda. Magnânima a margem das ribeiras E as cascatas no silêncio das montanha...
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Nada. Nem um suspiro. Nem um bulício. Apenas o leve adejar do Sonho. A espraiar-se em azul-turquesa. E aquela ilha!... Ao longe....
8 comentários:
Que se terá passado na cabeça de Sarkosy?
E de quem cantou?
E do povo que ouviu?
Totalmente inesperado... e por isso significativo.
Estou com uma lombalgia.- lado esquerdo, acima da anca.
Escrevo com uma mão enquanto, com a outra seguro o saco de água quente. Já tomei um adalgur n, mas não senti melhoras.
Perdoa vir assim, com uma mensagem pré-feita. É contra meus princípios faze-lo, apenas o faço por ser uma situação excecional
Ha´algum médico por aí’
Só venho desejar um bom domingo.
bshell
Faço meu o comentário de Rogério.
Bom domingo
urge esta resistência, francesa e de todos os povos em idêntica situação.
Um "duplo" desconforto para o sujeito.
Uma canção que ele não merece.
Abraço
E terá compreendido a mensagem?
Abraço
A contracção do corpo e os esgares que me pareceu ver-lhe no rosto denotam o mal-estar que deve ter sentido.
Há tipos que não merecem
absolutamente nada
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