| Ah, como eu gosto dos homens com
"H" grande vindos directamente de Alcácer-Quibir de olhos cansados de todas as causas! na aguardente rasca (porra, o wisky está caro!) emborcam absintos e "river gauche" desempregados de todos os sonhos e famintos ferozes de todas as ideias que lhes escapam... |
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segunda-feira, janeiro 16, 2012
CARPIDEIRAS DA PÁTRIA MORIBUNDA...
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Um Dia Irei Inventar Um Rio
Um dia irei inventar um rio E derramar pétalas na boca de todos os amantes. E então todas as margens serão Registo de meus passos ...
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Magnânimo o freixo e sua sombra E os braços erguidos, em oração muda. Magnânima a margem das ribeiras E as cascatas no silêncio das montanha...
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Nada. Nem um suspiro. Nem um bulício. Apenas o leve adejar do Sonho. A espraiar-se em azul-turquesa. E aquela ilha!... Ao longe....
8 comentários:
Uau, chegou a hora de abanar a modorra habitual!
Está muito bom, parabéns!
Abraço
Tu desculpa, mas ainda mais deputados de refugo?! Deus nos livre!!
Do texto, acho-o um dos melhores que escreveste.
Boa semana
Fora a citação ao glorioso
tudo pelo melhor
Abraço sempre
Excelente poema-manifesto!
Abraço
:-))) e adorei o"...decadentistas de rabo coçado..."
Um poema que me lembra desafios de outros locais.
poema de intervenção e um grito ao marasmo,,,
um beij
Parabéns pelo poema .
um feliz final de semana.
Beijos meus..Evanir..
As carpideiras nunca fizeram História...
Excelente texto (panfletário?)
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