sexta-feira, fevereiro 10, 2012
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PERTÉRIT0 IMPERFEITO
No roteiro de teus passos e no fervor Dos laços me entardeço. E me derramo E me desfaço. E (bem) te digo Seda fina e xaile antigo Debruado n...
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Magnânimo o freixo e sua sombra E os braços erguidos, em oração muda. Magnânima a margem das ribeiras E as cascatas no silêncio das montanha...
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Escrevo poemas imaginários (que jamais serão escritos) e te envio numa gota de chuva neste inverno de melancolia sei que vais ...

1 comentário:
Como tenho vindo a dizer:
Porque é de lamento o tempo e lamentos não lavram terra, nem produzem salário, nem enterram a mentira, nem ateiam a ira que é preciso ter enquanto acontece o que está a acontecer. Porque há mais caminhos a caminhar. Porque há vontade de os percorrer. Porque os valores o são e, se quisermos, não o deixarão de ser. Porque o sol está aí e vão-se reduzindo as coisas dignas de o receber. Porque se a chuva cair restam poucas as bocas que a vão beber. Porque não oiço noutro lugar quem disto me fala. Por tudo isso, vou estar onde acho que é necessário que se esteja.
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