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Um Dia Irei Inventar Um Rio
Um dia irei inventar um rio E derramar pétalas na boca de todos os amantes. E então todas as margens serão Registo de meus passos ...
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Magnânimo o freixo e sua sombra E os braços erguidos, em oração muda. Magnânima a margem das ribeiras E as cascatas no silêncio das montanha...
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Nada. Nem um suspiro. Nem um bulício. Apenas o leve adejar do Sonho. A espraiar-se em azul-turquesa. E aquela ilha!... Ao longe....
4 comentários:
...os mortos amados batem à porta do poema...
E esta voz que não sairá mais de dentro da minha memória
Ouvir o Adriano é sempre uma emoção muito grande. Esta "Canção com lágrimas" deixa-me "no fundo da memória perturbada" um desassossego tremendo. Obrigada por este momento, meu amigo.
Um beijo.
Para muitos a Guerra Colonial não existiu, como não existiram os campos de concentração nazis.
Abraço
solta-se sempre uma lágrima... o poema é profundo e transporta dores... a voz maravilhosa que se foi.
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