Amantíssima a noite e seus longos dedos
A urdir o espaço e
o tempo na urgência dos corpos
Gramática de um
canto novo. E da secreta língua
A arder no palato
das palavras
Em que te digo Mulher
– amante, amiga
E te desbravo. E moldo
Como se foras criação
minha …
Fermentação de
mostos
A transbordar. E a
inundar a boca
E a colher o gosto...
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Já não poeta. Poema
Apenas.
Manuel Veiga
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