quarta-feira, abril 18, 2007
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TODOS OS RIOS SÃO A MESMA SEDE
São os deuses traiçoeiros em seu delírio E as pátrias decidem as bandeiras Como destino dos homens. Em cada dor, porém, uma tempestade ...
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Magnânimo o freixo e sua sombra E os braços erguidos, em oração muda. Magnânima a margem das ribeiras E as cascatas no silêncio das montanha...
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1. Enamoramento das palavras No interior do poema. E a subversão Do Mundo… 2. Cadências mudas. Em formação De concordâncias....
2 comentários:
Bem, agradável ao ouvido e à vista... :-)
Até q enfim q oiço um pessoa, um excelente virtuoso do violino [q delícia esta fantasia baseada sobre temática de Gershwin] e alguém - tu, deixarem pressentir como gostam deste compositor contemporâneo tão 'esquecido', por vezes tão 'ignorado' como se fosse 'poeta' memor dos sons!
Eu adoro Gershwin! Tem ousadia, rasgo, sensibilidade, inovação e... não se deixou prender pelas garras do academismo! Ousou, sem preconceitos, outras formas musicais, outras expressões, outros sons, outros instrumentos inserindo-os na composição da dita 'orquestra clássica'!
Parabéns por 'postar' este curto, tão curto excerto! E mt obrigada por me dares a possibilidade de o ouvir!
saudações
P.S. Vim até aqui pela mão da Cris, já q ela teve a extrema sensibilidade [no meu caso] de nos nomear!
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