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TODOS OS RIOS SÃO A MESMA SEDE
São os deuses traiçoeiros em seu delírio E as pátrias decidem as bandeiras Como destino dos homens. Em cada dor, porém, uma tempestade ...
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Magnânimo o freixo e sua sombra E os braços erguidos, em oração muda. Magnânima a margem das ribeiras E as cascatas no silêncio das montanha...
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Pessoa, todos o sabemos, gostava de flores “dai-me rosas, dai-me rosas e lírios também…” e, coitado, levava bem longe a vontade ...
3 comentários:
Bom dia, poeta/amigo Manuel!
Essa música é maravilhosa, uma das minhas preferidas,
é um show para reflexão, encaixa muito na vida de todos nós! Fiscalizo muito minhas pressas, meu tempo. Muita coisa não vale a pena. A melhor coisa da vida é a paz.
E a interpretação dele é linda, também. Adorei vê-la aqui.
Um feliz fim de semana, querido amigo.
Beijo.
Interessante, coloquei esta canção há muito pouco tempo num dos meus blogues.
Abraço, boa semana.
Bela música numa bela voz.
Não conhecia este cantor.
Gostei muito ,Manuel Veiga.
Abraço
Olinda
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