quarta-feira, agosto 01, 2018

FLOR DE MEL...


Cálidos os afectos perdidos
E seu roteiro de ausência
Nada os prende e apenas
A alma os colhe.

E quando chegam como nuvem
Iluminada ao sol poente
São ténue carícia, breve
Agitação da brisa

A esvoaçar. Ferida que se abre
E mede a nostálgica alegria
De ser e não ser. Ardor
Que desmaia e flor de mel.


Manuel Veiga

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NEM UM SUSPIRO

  Nada. Nem um suspiro. Nem um bulício. Apenas o leve adejar do Sonho. A espraiar-se em azul-turquesa.   E aquela ilha!... Ao longe....