quarta-feira, julho 03, 2019

AMANHECEM POTROS...


(Amável cresce a forma
E o gesto dúctil
De colhê-la…)

Acendem-se brisas
Amanhecem potros.
E o declive dos seios
E a geometria
Reclinada
Das coxas.

Grutas. Abruptas. Macias.
Veredas líquidas.

Crepitam os corpos.
E o cio inaugural
Dos dias.


Manuel Veiga




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NEM UM SUSPIRO

  Nada. Nem um suspiro. Nem um bulício. Apenas o leve adejar do Sonho. A espraiar-se em azul-turquesa.   E aquela ilha!... Ao longe....