Frémito dos lábios
E farsantes os deuses
Que se divertem
E teimam…
Celebrar o fogo
E a ausência
Dos corpos…
Manuel Veiga
Nada. Nem um suspiro. Nem um bulício. Apenas o leve adejar do Sonho. A espraiar-se em azul-turquesa. E aquela ilha!... Ao longe....
1 comentário:
Penso que aqui o Poeta reconhece aos deuses algum
poder, poder esse que é logo deitado por terra
quando lhes lança a invectiva de "Farsantes", por
não cumprimento de acordo firmado entre iguais.
Será?
Belo estilo, amigo Manuel Veiga.
Abraço
Olinda
Enviar um comentário