Nada
Apenas o deslassar
dos laços
E os ecos...
E o dia claro – a asa sol
E esta morrinha
Tricotar distâncias…
O verso curvo
E a alma ausente
Manuel Veiga
COREOGRAFIA DOS
SENTIDOS
Um dia irei inventar um rio E derramar pétalas na boca de todos os amantes. E então todas as margens serão Registo de meus passos ...
4 comentários:
Verso curvo!
Sente-se no ar uma tristeza, uma morrinha que penetra nos
ossos tornando-se incomodamente presente.
Poema belo, meu amigo Poeta, prestando-se a tantas
leituras!
Abraço
Olinda
Morrinha cinzenta nos cobre estes dias que estamos vivendo...
Abraço, meu amigo
Ola, amigo Manuel.
Mais um de seus belos poemas, este seu Verso Curvo…, com tema de agradável leitura, que nos prende também pela melodia e pelo seu ritmo. Tudo na mais perfeita harmonia.
Gostei muito do Poema, caro amigo Manuel.
Votos de um ótimo final de semana, aí no seu belo Portugal.
Grande abraço.
Belo e nostálgico este Verso Curvo.
Brisas doces **
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