sábado, maio 07, 2022

A LUCIDEZ ...


A lucidez mata. Lâmina ou seta

Por vezes Palavra

Exacta…

 

A lucidez salva

E se regenera. E fascina.

E então germina

Com uma flor na ponta

E se derrama

Verso e reverso

Ternura desatada


Manuel Veiga

in COREOGRAFIA dos SENTIDOS

 Edição MODOCROMIA

 

9 comentários:

Olinda Melo disse...


Boa tarde, Manuel Veiga

Parabéns pela divulgação dos poemas do seu
belo livro, "Coreografia das Sentidos".

Desejo sucesso à sua apresentação, desta
feita na Casa de Trás-os-Montes.

Não poderei estar presente, mas creia-me sempre
grande admiradora da sua obra literária.

Não posso deixar de referir que o poema
do post anterior, "Se as palavras fossem
cântico", faz jus à forma elegante como
molda as palavras. Daí o seu enorme
talento.

Abraço
Olinda

" R y k @ r d o " disse...

Poema lindíssimo que muito gostei de ler.
.
Feliz fim-de-semana.
.
Pensamentos e Devaneios Poéticos
.

Jeanne Geyer disse...

Que lindo poema, a lucidez é uma arma maravilhosa, que brilhe cada vez mais! Abraços.

https://botecodasletras2.blogspot.com/

Graça Pires disse...

Um poema maravilhoso do seu novo livro. Não poderei estar presente na apresentação. Mas gostava de adquirir o livro. Como faço?
Muita saúde para ti e para toda a tua família.
Um beijo.

Tais Luso de Carvalho disse...

Maravilhoso, meu amigo, gostaria de manter minha lucidez até meu último suspiro, se possível!


"A lucidez salva
E se regenera. E fascina."

Uma boa e feliz semana,
beijo.

São disse...

A lucidez é algo que muito prezo e faço para manter a todo o custo!

Abraço e tudo de bom

Juvenal Nunes disse...

O poeta deambula por muitos cenários, mas só com a lucidez consegue fazer ouvir as suas palavras.
Abraço amigo.
Juvenal Nunes

© Piedade Araújo Sol (Pity) disse...


a lucidez é o nosso motor de viver... e saber estar

boa semana

:)

Maria Lucia (Centelha) disse...

Eis uma poesia muito ao meu gosto. Maravilhosa!!

Conquistada às duras penas ao longo processo da evolução a lucidez, atributo do ser humano, que me parece ir-se desaparecendo, dada a barbárie e desatinos que este anda causando ao mundo.
Gostei de vir aqui.
Abraços, poeta.

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